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  • O Centro Ismaili, em parceria com o Museu Aga Khan, em Toronto, inaugurou “Ver Através de Babel”, uma exposição individual do artista sírio-arménio Kevork Mourad.
    AKDN / Riaz Kassam
  • O Príncipe Amyn Aga Khan a discursar durante a inauguração da exposição “Ver Através de Babel” em Londres.
    AKDN / Shyrose Bhanji
  • Henry S. Kim, o Diretor e Presidente do Museu Aga Khan, falou acerca das aspirações internacionais do Museu sediado em Toronto. "Somos um museu que está presente aqui em Londres, mas também no Dubai, nos Estados Unidos, e no Canadá."
    AKDN / Shyrose Bhanji
  • A exposição tem lugar no Espaço Zamana do Centro Ismaili, de 1 de julho de 2019 a 15 de Agosto de 2019.
    AKDN / Riaz Kassam
Museu Aga Khan inaugura exposição “Ver Através de Babel” em Londres

Londres, Reino Unido, 4 de julho de 2019 - O Centro Ismaili, em parceria com o Museu Aga Khan, em Toronto, inaugurou “Ver Através de Babel”, uma exposição individual do artista sírio-arménio Kevork Mourad. A exposição tem lugar no Espaço Zamana do Centro Ismaili, de 1 de julho de 2019 a 15 de Agosto de 2019.

A exposição faz referência à história de Babel do Antigo Testamento, na qual a humanidade é punida por tentar construir uma torre até ao céu. Para evitar que a humanidade voltasse a construir torres dessas, Deus criou uma imensidão de línguas.

No entanto, Mourad sugere que a sua arte visual pode “ligar as pessoas”. A linguagem visual, diz ele, pode “ligar pessoas que falam línguas diferentes e que vêm de diferentes contextos culturais. Onde Babel separou, a arte visual une."

O Príncipe Amyn Aga Khan reforçou esse sentimento quando disse: "é minha esperança que o Museu Aga Khan seja capaz de montar interessantes exposições temporárias em conjunto com o V&A e outras importantes instituições britânicas que possuam importantes obras de arte relacionadas ou provenientes do mundo muçulmano. Reforçando, deste modo, aquilo que considero importante, a mensagem de que a cultura une, em vez de dividir."

Henry S. Kim, o Diretor e Presidente do Museu Aga Khan, falou acerca das aspirações internacionais do Museu sediado em Toronto. “Somos um museu que está presente aqui em Londres, mas também no Dubai, nos Estados Unidos, e no Canadá”, disse. “E este é um ponto muito importante acerca daquilo que é a essência deste Museu, porque não podemos simplesmente falar de arte islâmica apenas numa cidade, temos de ser capazes de espalhar esta mensagem por todas as cidades que conseguirmos.”

A obra, que usa as técnicas únicas e distintivas do artista - monotipos e desenhos na superfície da obra - foi projetada para permitir que os visitantes andem dentro dela e em seu redor, possibilitando uma análise mais próxima dos seus temas.

O Centro Ismaili está localizado em 1 Cromwell Gardens, em South Kensington, Londres.

Para mais informações, por favor, contacte:

Kelly Frances, Museu Aga Khan
press@agakhanmuseum.org
t: +41 6 858 8735

NOTAS

Kevork Mourad nasceu em 1970 em Qamishli, na Síria. Ele cresceu e estudou na cidade de Alepo antes de se mudar para a Arménia em 1992, onde obteve o seu mestrado em Belas Artes no Instituto de Belas Artes de Yerevan. Em 2001, mudou-se para os Estados Unidos, onde passou a exercer a sua prática em Nova Iorque. Representado pela Galerie Claude Lemand, já expôs na Galerie Tanit, em Beirute, e no Rose Art Museum, em Boston. É pintor e videoartista, e já apresentou os seus espetáculos visuais animados e ao vivo em todo o mundo. É membro do Silk Road Ensemble de Yo-Yo Ma, e fez parte do documentário 'The Music of Strangers'. A sua curta-metragem de animação, 'Quatro Artes para a Síria', foi financiada pelo Robert Bosch Stiftung Prize e estreou no Festival de Animação de Estugarda. Já atuou no Museu de Brooklyn e no Museu de Nara no Japão.

O Museu Aga Khan em Toronto, Canadá, foi criado e desenvolvido pelo Fundo Aga Khan para a Cultura (AKTC), uma agência da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento (AKDN). A missão do Museu passa por fomentar uma maior compreensão e apreciação da contribuição que as civilizações muçulmanas tiveram para o património mundial, refletindo frequentemente, através das suas exposições permanentes e temporárias, a forma como as culturas se ligam entre si. Projetado pelo arquiteto Fumihiko Maki, o Museu partilha uma área de 6,8 hectares com o Centro Ismaili de Toronto, projetado pelo arquiteto Charles Correa. O parque paisagístico circundante foi projetado pelo arquiteto paisagista Vladimir Djurovic.